Blog Empreendedorismo

Postado em 08 de Abril às 09h14

Ferramenta Canvas da Proposta de Valor

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A proposta de valor é a razão ou o motivo pelo qual as pessoas adquirem seus produtos e serviços. Você deve pensar se está atendendo a uma necessidade, resolvendo um problema, benefícios, ganhos adicionais, melhorando alguma situação existente. Deixando seu produto ou serviço mais competitivo.

O seu modelo de negócios pode ter mais de uma proposta de valor. Cada proposta pode resolver um problema ou satisfazer uma necessidade diferente de cada Segmento de Clientes, persona ou público-alvo.

A proposta de valor deverá se encaixar com o perfil do seu potencial cliente, para isso vamos utilizar uma ferramenta, o Canvas da Proposta de Valor.

A ferramenta é muito intuitiva, repleta de perguntas que provocam um resultado e respostas que vão ajudar a criar vários diferenciais que poderão surpreender seu potencial cliente e não deixará você esquecer-se de detalhes importantes no desenvolvimento de uma Proposta de Valor.

É importante entender que a Proposta de Valor não é seu produto e serviço, mas sim o que ele resolve, o que ele entrega, o que deixa o cliente feliz ao utilizar ou comprar, quais são os benefícios. Nesse caso, vejamos alguns exemplos:

• Netflix é um aplicativo: “aluguel ilimitado de filmes, sem sair de casa, nem multas, nem custos adicionais”.
• Nespresso são máquinas de café expresso com cápsulas: “o melhor café expresso sem trabalho nem sujeira dentro de casa”.
• Software financeiro: “seu financeiro redondo em apenas 30 minutos por semana”.
• Skype é um software de comunicação: “ligações gratuitas pela internet e ligações mais baratas para telefones fixos e celulares.”
• Evernote é um software que armazena dados: “seu segundo cérebro turbinado” Antes de iniciar a ferramenta que vai nos ajudar no desenvolvimento e na descoberta da proposta de valor do seu produto ou serviço, vamos ver alguns tipos de proposta de valor que podem ser comuns entre alguns modelos de negócios.

Os valores da sua Proposta de Valor podem ser qualitativos (ex.: preço, velocidade, status) ou quantitativos (ex.: design, desempenho, resistência).

Também criado por Alexander Osterwalder, o quadro da Proposta de Valor é uma ferramenta complementar ao quadro do Modelo de Negócios. Ele te ajuda a desenhar, testar e construir a proposta de valor da sua companhia para os clientes de uma forma mais estruturada e elaborada, igual o Canvas ajuda no processo de desenhar o modelo de negócio.

Baixe e imprima a ferramenta clicando no link: https://gustavodam.com.br/anexos/1032/28479/canvas--proposta-de-valor-pdf


Para conceitos e como funciona o Canvas da Proposta de Valor, assista ao vídeo de Marcelo Nakagawa com a ferramenta em mãos:

Assista o vídeo com instruções: https://www.youtube.com/watch?v=DUdyyk8gPY0

 

Agradeço a preferência e volte sempre! Ficamos a disposição.
Atenciosamente

Gustavo Damschi - Empreendedorismo e Inovação.

 


Postado em 10 de Fevereiro às 16h41

Funil de Ideias para criar uma inovação

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Vamos aprender uma ferramenta muito interessante para quem quer montar um negócio, encontrar uma inovação, mas ainda não sabe no que investir e por onde começar. Lembre-se que a criatividade e a informação são a base para identificar uma ideia inovadora. Acredito que esta ferramenta vai ajudar você nesta jornada.

Algumas ótimas ideias inovadoras, surgiram da vivência da pessoa, naquilo que ela gosta de fazer e tem um conhecimento e competência. Outras possibilidades é na observação das possibilidades do mercado. Como vimos no post Como identificar uma oportunidade de inovação? as boas ideias podem estar em qualquer lugar e em qualquer momento, basta ter a mente questionadora para encontrar.

A geração de ideias a partir da sua vivência implica na reflexão sobre:
Quem somos? Origem, família, nível de educação, formação acadêmica, experiência profissional etc.
O que sabemos fazer? Habilidades, conhecimentos, talentos pessoais.
Quem conhecemos? Amigos, família, conhecidos, associações, empresas.

Se fizer uma boa reflexão sobre estas três questões, o empreendedor terá uma boa lista de ideias que poderiam ser oportunidades de negócio. Considere mesmo as ideias mais elementares. Um engenheiro poderia pensar em dar aulas de matemática, uma jovem poderia trabalhar como babá e uma dona de casa poderia fazer lanches.

Em seguida, é recomendável reduzir a lista, considerando as ideias mais viáveis de executar, de acordo com as preferências e competências pessoais do empreendedor.

A próxima etapa é uma reflexão sobre quem seriam os primeiros clientes destas ideias. A essa altura, é melhor
ter uma ou duas opções para análise.

Esse empreendedor de primeira viagem precisa levar em consideração que pensar grande dá o mesmo trabalho que pensar pequeno. Assim, é claro que o engenheiro pode dar aulas particulares de matemática, mas pode também ampliar essa ideia para um site de reforço escolar para alunos do ensino médio e fundamental, e até de graduação na disciplina de cálculo. A jovem poderia montar uma empresa de “aluguel” de babás, recrutando amigas e amigas das amigas, e a dona de casa poderia fazer uma parceria com uma construtora que esteja levantando um prédio.

A segunda abordagem é a mais valorizada nos livros de planos de negócio e diz respeito a encontrar a “grande
ideia” considerando as tendências de mercado. Isso implica na seguinte reflexão:

Seria interessante copiar algo que já existe?
Seria possível identificar insatisfações ou problemas enfrentados por algum grupo de pessoas ou empresas,
uma necessidade ainda não suprida, algo que ainda não tenha sido bem resolvido?
Quais são as grandes tendências de mercado? Ou de um nicho de mercado? Ou algum acontecimento previsto?

Quem fizer uma boa pesquisa de mercado com base nestas perguntas terá uma enorme lista de ideias.
A partir daí, é necessário refletir sobre quais são mais motivantes. É importante fazer uma espécie de classificação, dando notas para seu nível de motivação.

Com um número menor de ideias, é hora de fazer a análise de mercado de cada uma. Qual seria o tamanho do mercado potencial (em faturamento, número de consumidores)? Como evoluirá a demanda deste mercado nos próximos anos? Quem seriam os concorrentes diretos (produto idêntico) e substitutos (produtos com benefícios similares)? Em última instância, o empreendedor deve saber responder com convicção por que haveria mercado para a ideia escolhida.

O empreendedor pode utilizar a primeira, a segunda ou uma combinação das duas abordagens para gerar ideias e selecionar a que julgar mais atrativa.

Dicas para utilizar a ferramenta

Opção 1
A imensa maioria dos empreendedores não fez pesquisa de mercado quando iniciou seus negócios.
Começou com atividades simples que já sabia executar e teve como primeiros apoiadores e clientes
seus amigos e conhecidos. A opção 1 é baseada em uma teoria chamada effectuation, que defende que
o empreendedor não busca o maior retorno quando inicia o negócio. Na verdade, tenta manter as perdas
em um nível aceitável, dando um passo de cada vez. A história de Alexandre Tadeu da Costa, da Cacau Show, é
mais ou menos assim. Aos 17 anos, como queria ganhar algum dinheiro, decidiu vender ovos de Páscoa no seu
bairro. Vendeu muitos, inclusive num tamanho que o fornecedor não fazia. Na loucura para entregar os
pedidos, teve que pedir dinheiro emprestado e teve a sorte de achar uma senhora que o ensinou a fazer ovos.


Opção 2
A opção 2 consiste na elaboração de um plano de negócio com visão sistêmica (a empresa, suas partes
e o ambiente externo). Quem vai por esse caminho não para de crescer. É um empreendedorismo mais
profissionalizado, se comparado à opção 1. A história da China in Box nasceu deste tipo de abordagem. Robinson Shiba fez uma viagem aos Estados Unidos, onde conheceu a comida chinesa vendida em caixinhas “para viagem”. Decidiu trazer a ideia para o Brasil, apostando no aumento do consumo de comida delivery, já que cada vez menos gente estava disposta a cozinhar. Antes disso, fez uma pesquisa detalhada de mercado, tentando entender qual era o público-alvo, de que tipo de comida chinesa este público gostava, qual seria o nome e o local ideal para a abertura da primeira loja.

As subtendências dentro das tendências:
Muitas pessoas, inclusive especialistas no assunto, tendem a apresentar tendências a partir de estereótipos.
Mas a geralização pode esconder diversos tipos de consumidor. Uma forte tendência que virou realidade é
a chamada “Base da Pirâmide”, pessoas das classes C e D que tiveram aumento de renda e passaram a consumir mais. Estes novos consumidores não formam um único bloco, mas diversos segmentos de clientes que também demandam diferentes produtos. Não é possível tratar todos da mesma forma. Há diversas subtendências dentro da tendência “Base da Pirâmide”. Uma delas é o maior interesse pela educação superior e pelo turismo.

Copie e faça melhor:
Se quer abrir um negócio e tiver a chance de viajar, faça isso. Nas viagens, é possível visualizar diversos tipos
de negócios que poderiam ser adaptados para a sua cidade ou região. Robinson Shiba adaptou as caixinhas
de comida chinesa que viu nos Estados Unidos. Howard Schultz adaptou as cafeterias que viu na Itália para o
gosto norte-americano e criou a Starbucks. Da mesma forma, os irmãos Pedro e Alexandre Grendene viram
uma sandália de plástico em uma viagem à França e decidiram adaptá-las para o gosto das brasileiras.

Insatisfações também geram boas ideias:
Está incomodado com alguma coisa e não encontra uma boa solução no mercado? Mais pessoas sentem
o mesmo? Então, você já encontrou uma boa ideia de negócio. Julie Aigner-Clark tinha se tornado mãe e não
encontrava bons passatempos para a filha. Decidiu gravar vídeos com os brinquedos da menina para abordar
música clássica, exercícios de lógica, matemática e cores. Criou a Baby Einstein, vendida anos depois para
a Disney. Da mesma forma, Luiz Seabra não estava satisfeito com os cosméticos vendidos no Brasil. Eram
formulações europeias para mulheres que viviam em um país tropical. Decidido a resolver o problema, fundou a
Natura e parece que deu certo.

Empreenda se divertindo:
Seja qual for a escolha, é importante que seja um hobby, um passatempo. Ou seja, um assunto prazeroso mesmo para seu tempo livre. É importante que o empreendedor se enxergue querendo aprender mais sobre o assunto, mesmo com 80 anos ou mais. Por fim, é preciso haver um mercado crescente que queira pagar pelo seu hobby. 

Fonte: Marcelo Nakagawa


Postado em 20 de Outubro de 2021 às

Criatividade é o que nos faz humanos | Marcos Piangers | TEDxUDESCJoinville

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A inteligência artificial deve ultrapassar a inteligência humana nos próximos anos mas esta não deveria ser nossa preocupação. Pior do que perder nossos empregos para robôs é perdermos o que temos de mais humano dentro da gente.

Tem 12 anos de comunicação com o público jovem no sul do Brasil. Já foi roteirista blogueiro, videomaker, palestrante, garoto propaganda, ator de teatro, comediante, escritor, diretor de vídeos pra internet e já deu aulas sobre humor e pensamento criativo. Atualmente é integrante do programa Pretinho Básico.. Seus vídeos na internet têm mais de 30 milhões de views. Ganhador do prêmio Melhores 2014 do iTunes. É pai da Anita e da Aurora.


This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at http://ted.com/tedx

Criatividade: Marcos Piangers


Postado em 01 de Outubro de 2021 às 11h21

Vídeo Sentido da vida | Lama Michel | TEDxLaçador

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Existem momentos que marcam a nossa vida. Aos 11 anos Lama Michel observava os adultos e só ouvia reclamações. Nenhum adulto parecia feliz. O exemplo de vida que encontrou foi um mestre budista. Então tomou uma decisão que fazia sentido para ele. Suas decisões fazem sentido para você?

Lama Michel Rinpoche, nasceu 1981, em São Paulo. Aos 12 anos, inspirado pelo convívio com Lama Gangchen Rinpoche, decidiu seguir a vida monástica. Por 12 anos viveu na Universidade Monástica de Sera Me, na Índia, onde recebeu formação nas práticas e na filosofia do budismo tibetano. Desde 2006, reside na Itália. É vice-presidente da Fondazione Lama Gangchen per una Cultura di Pace, na Itália e presidente da Fundação Lama Gangchen para a Cultura de Paz, no Brasil. Autor dos livros “Uma Jovem Ideia de Paz” (Editora Sarasvati, 1996), “Coragem para seguir em frente” (Editora Gaia, 2006) e “Grande Amor”, em parceria com sua mãe Bel Cesar (Editora Gaia, 2015).

This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at http://ted.com/tedx


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